lost – 06×12 – everybody loves hugo

Mais um episódio em que todos se encheram de sentimentos superlativos e eu só achei ok – puxadinho pra ação e blas, ao menos caminha as coisas, mas não fez meu coração bater mais rápido. E sinceramente acho meio desonestidade intelectual (q) os produtores se pegarem com essa vibe de que tudo é amor e quererem vir pra cima de mim com esse papo de que Hurley e Libby, Charlotte e Daniel e, pfff, Charlie e Claire são grandes casos de amor. Faça-me o favor. Inclusive achei meio VA a cena em que Hurley finalmente tem seu piquenique com Libby, os dois se beijam e ele começa a se lembrar de algo. É parecido com que o vimos em “Happily Ever After” só que feito de maneira mais canhestra.

Enquanto que na realidade Los Angeles acompanhamos a vida bem-sucedida e vazia (sentimentalmente) de Hurley – e seu caminho rumo às inevitáveis lembranças -, na ilha o pessoal do Jacob resolve finalmente se por em ação, mas começam as discordâncias. Hurley assumiu uma postura maior de liderança – é bem deprimente o quão didático estão fazendo o “novo jack”, que chega a PEDIR AUTORIZAÇÃO a Hurley ao final para ir conversar com o FLocke – e é contra o plano de Ilana e Richard de destruir o avião da Ajira.

A separação do grupo também foi meio estranha. Claro que Sun e Jack iam ficar ao lado de Hurley, e também faz sentido Ben seguir Alpert e Ilana, mas Miles seguir com estes últimos? Nenhum sentido. Me parece que o Miles vai ser uma das mortes que veremos no futuro, tenho essa sensação… Ele tá zerão na série, só serve na outra realidade como sidekick do Sawyer.

A mudança de ideia de Hurley teve influência direta da aparição de Michael. Meu pensamento sobre isso: vá crer num cara que numa escala de 0 a 10 sendo 0 Jacob e 10 o FLock está em 9,5. Michael assume que está preso ali – e com isso vem a explicação dos sussurros, são mortos presos na ilha – e quer sair, uma agenda parecida com a do MIB. Sobre a polêmica explicação dos sussurros, a essa altura do campeonato eu não esperava nada mais do que um diálogo apressado e sem clímax, mesmo, então ok. Só não entendo o que os sussurros tinham a ver com os Outros e porque os precediam sempre.

Enfim, os candidatos restantes vão se reunir a FLock & Cia logo depois de Kate desdenhar do plano do homem de preto – justamente esperar por Jack, Hurley e Sun para dar seguimento à jornada. Os três chegam, todos trocam aqueles olhares algo felizes algo tensos, Sun percebe que no hay Jin e Jack pede para trocar palavrinhas com FLocke – autorizadíssimo por Hurley.

Em Los Angeles, vemos Desmond cruzando o caminho de Hurley e colocando dúvidas em sua cabeça – uma de suas missões, parece – e depois enigmaticamente ATROPELANDO Locke. Essa realmente foi a única coisa mais interessante do episódio para mim, nem por groupice com Desmond nem nada, mas fico curiosa para entender o que exatamente ele está fazendo “do lado de lá”.

Ilana explodir? Uma bobagem, sinceramente. Ilana, do nada para o nada. Minto, ela ajudou a trazer Ben do Lado Negro da Força. No mais, não me recordo de nada crucial. Morte banal, banal. E nem senti muito, zero de empatia pela personagem. Mas o que me deixa mais puta com esse episódio é que de certa maneira eles relembram o Two for the Road, né. O piquenique, Libby, Michael pedindo desculpas… Mas nem tiveram a dignidade de botar a Ana Lucia! Nem o Michael citou nem nada. Pqp.

Lost
ABC
Sexta temporada
Episódio doze
Escrito por Edward Kitsis e Adam Horowitz
Dirigido por Daniel Attias

Autor: carol

there ain't no catcher in the rye vamo se jogar!

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