human target – 01×02 – rewind

Um episódio meio óbvio em sua primeira metade e que resvala perigosamente na pieguice em momentos da segunda parte, mas que tem ação hardcore e acho que é isso que importa em Human Target, não é? (Fora que eleva à enésima potência o nível de forçação dos SUPERPODERES hackers, mas vamos desconsiderar isso também!).

Ok. Como ficou claro não achei esse episódio de Human Target lá essas coisas. A história parecia promissora – Chance tem que proteger um misterioso hacker dentro de um avião – então já imaginava situações potencializadas porque ele não saberia quem era a pessoa que devia proteger e nem DE QUEM deveria protegê-la. E tudo isso num avião! Mas daí acho que a galera quis fazer essa coisa de quem-é-quem supertensa (claro) e investiu numa narrativa não linear, o que eu acho válido, mas teve um problema: a edição tava toda confusa, cortes abruptos e tudo mais. Eles seguraram 25 minutos dessa edição entrecortada que sinceramente não acredito que trouxe muita coisa pro episódio. E aquela aeromoça-filha-do-trinity estava na cara que seria ou a hacker ou a assassina, sendo bem mais provável este último, que também foi o que seguraram por 25 minutos. Essa primeira metade considero que foi confusa, cansativa e sem muito a oferecer de verdade em matéria de suspense.

A segunda metade do episódio melhora um pouco. Entra a parte verdadeira da ação e como sabemos como vai terminar – aka claro que o avião não vai cair, claro que Chance não vai morrer etc – o interessante é ver como isso vai acontecer e quando as cartas estavam na mesa e já sabíamos quem era quem eu fiquei verdadeiramente curiosa para ver como iam lidar. O que não foi lá EXCEPCIONAL – Chance é claro que já sabia que a mulher era a assassina e no confronto obviamente levou a melhor -, mas foi bom. Fora a hacker ligando seu superlaptop e resolvendo toda a pane em 5 minutos, mas, enfim. Chance ficando penalizado com a assassina e tentando esticar a mão para ela – como depois sabemos que o personagem do Chi McBride fez com ele – me pareceu perigosamente piegas. É claro que nós sabemos que por trás dos músculos há um monte de issues mal resolvidos e bate um coração cheio de compaixão, afinal asi es, mas achei meio lame. Eles tentaram mostrar que existiu um elo entre os dois – com ela perguntando como era o nome dele já na beira da morte – e não colou muito para mim. Chance se veria nela, ok, e tentou tirá-la daquele caminho, mas ela recusa porque “isso é o que faço” – matar pessoas.

Gostaria que nos dessem mais com que trabalhar com o Chance. Por enquanto ele é só um sabe tudo levemente engraçado – as investidas da série para envernizar tudo com humor ainda não me pegaram – que sabemos que tem um passado obscuro e deve ter algum trauma somewhere (chute). Gostaria de entendê-lo mais dentro do contexto e tudo. Entramos muito pesado e direto já no modus operandi da coisa – e é claro que ele usa a adrenalina como escape, mas não sabemos direito ainda DO QUÊ. Ou será só viciado na EMOÇÃO? Duvido. Tem coelho nesse mato! Aguardo a PSICOLOGIA por trás do personagem em breve, e tenho aquela sensação de que vai ser lame, mas por que não dar o benefício da dúvida, certo? Certo.

Human Target
CBS
Primeira temporada
Episódio dois
Escrito por Robert Levine
Dirigido por Steve Boyum e Simon West

Anúncios

Autor: carol

there ain't no catcher in the rye vamo se jogar!

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s