fringe – 02×14 – the bishop revival

Pois é, amigos. Para aqueles de vocês que já achavam forçado o Walter conseguir descobrir tudo, ter ligação com tudo e ser tão rápido, eis que o buraco é mais embaixo! O pai do cara também tá junto&misturado em toda essa confusão, era um cientista tão ou mais genial e teve as manhas de descobrir uma fórmula para matar pessoas ESPECIFICAMENTE – isso que é arma química, né, não?

Olívia continua coadjuvante de luxo nessa segunda temporada e esse foi mais um episódio centrado nos Bishop – no relacionamento alquebrado entre Walter e Peter, nas memórias que o primeiro ainda guarda do seu pai cientista-espião, enfim. Assim que chegam ao local do crime, um casamento em que uma das famílias era toda judia, fica claro que o sufocamento atingiu especificamente apenas um grupo… no caso os judeus. Logo depois, as piores suspeitas são confirmadas quando num café aparecem mortas todas as pessoas que tinham olhos castanhos… Uma toxina liberada no ar, mediante calor, que pode matar um grupo específico de pessoas… Logo Walter faz a associação inevitável: era o sonho dos nazistas. Ao analisar a fórmula da toxina, ele detecta que há uma “assinatura”, digamos assim – um cavalo marinho, apelido do seu pai…

E aí entra Josph Bishop, ou devo dizer Bishoff, que trabalhava na Universidade de Berlim e trabalhava para os nazistas – mas na verdade sua agenda era com os americanos, para quem fazia as vezes de espião. Lutando contra o tempo, Walter tenta localizar os livros do pai onde constam as fórmulas – só para descobrir que Peter os vendeu e ficar profudamente ofendido com isso. No final das contas, o cara que comprou os livros, um artista pseudo pós-moderno, não tem a ver com nada dos acontecimentos, mas a história serve para lembrar que pai e filho tinham um relacionamento conturbado e que Peter vendeu os livros grande parte por mágoa e ressentimento, mesmo.

O FBI acaba conseguindo localizar o local onde o agente nazista (indeed) fazia a fórmula e invade o lugar. O homem já identificou Walter e deixa de presentinho uma toxina feita somente para atingi-lo. Só eu achei extrema inocência geral ficar entrando lá e tirando a máscara assim que viram que estava “limpo”? Porque era algo muito rápido, podia estar limpo agora e daqui a 5 minutos não estar, sabe… Eu ficaria com aquela porra eternamente hahaha. Mas enfim, eles salvam Walter, mas serve para que ele saiba que o cara sabe quem ele é – e está disposto a tudo.

O homem planeja atacar justamente em uma conferência de tolerância global, com representantes de diversos países falando sobre a necessidade do fim do preconceito e tudo mais. Olivia e Peter vão para lá tentando impedir que qualquer coisa seja queimada e libere a toxina, mas é um trabalho ingrato. Decidido, Walter usa o DNA do suspeito (que já havia sido analisado e mostrado que ele existia há mais de 100 anos, o que faz Walter descartar como erro o exame, mas bate com a senhroa sobrevivente do holocausto reconhecendo-o e, bem, com tudo mais) para criar a toxina voltada só para ele – e matá-lo aos gritos de TRAIDOR. E enquanto Broyles deixa Walter passar mais uma vez com o assassinato, Olivia parece, sim, um pouco repugnada com a ação – e aqueles papos de Walter de “não há nada que eu não faça pela minha família” são de uma vibe muito errada…

Fica no ar realmente onde o homem conseguiu a fórmula: ele era parceiro de Joseph provavelmente, mas não é explicado. E o qeu Walter saberia de fato da história? Diante da curiosidade de Peter, ele diz que certas coisas é bom a gente não saber… E aquela foto do alemão ao lado de um Walter mais novo deixa as dúvidas ainda mais intrigantes… No mais, seria esse cara um observador alemão? Um observador bem twisted, né, já que eles não deveriam se intrometer… Enfim. Um pouco abaixo do que eu esperava, mas ainda assim bom. O próximo promete ser muito bom, e tem uma carinha da season 1…

Fringe
Fox
Segunda temporada
Episódio catorze (??) – ainda estou em dúvida com a numeração.
Escrito por Glen Whitman e Robert Chiappetta
Dirigido por Adam Davidson

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Autor: carol

there ain't no catcher in the rye vamo se jogar!

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