A SEMANA NA TV (1 a 8 de novembro)

mad men (the grown ups) – um episódio mais let down, depois de de três muito bons on a row. essa coisa da morte do kennedy nem tem tanto impacto pra mim, e sei lá, mesmo se tivesse a mera REMINISCÊNCIA, sei não, tanta tanta tanta tv num programa de tv não é saudável rs. ainda assim, teve sua gostosa cota de BOMBAS (essa temporada tá cheia delas, ein), especialmente betty dizendo a don que não o ama e tendo uma POSSIBILIDADE REAL de bailing o casamento. quem jamais diria que ela seria a primeira a abandonar o barco? poizé. gostei de ver a alison brie de volta, embora ainda me confunda ficar acompanhando como uma esposa da década de 1960 e uma pós-adolescente problemática e cômica em community em uma mesma semana…. vamos com tudo pra season finale!

dexter (if i had a hammer) – episódio ok, embora meio lento e esquemático. é claro que rita precisa ser chata (como já pontuei no post passado) e dexter vive tendo essas crises familiares para, didaticamente, encontrar uma maneira de conciliar as coisas (aqui com a ajuda inesperada de trinity). o trinity é um personagem interessante, mas não sei, essa temporada não consegue me cativar. metade das coisas dá pra jogar no lixo (romances em geral, “a busca” de debra, blas) e o que sobra nem tá tão SUMO assim… inclusive, pra mim, o lundy era um personagem forte e interessante, super com potencial ETERNO e ai matam o cara… ok, than…

brothers & sisters (zen & the art of mole making) – volta de tommy e dos jantares-briga. vc vê que a pessoa tá na lama quando o FILHO BONZINHO PERFEITO é um cretino que fraudou a empresa e traiu a mulher. fora o fato dele ser meio ass, né. blé. nunca odiei tommy como todos que sempre queriam que ele sumisse, mas desde que ele entrou nessa fase MÉXICO tá uó. e ele deveria estar lá AMADURECENDO ESPIRITUALMENTE e não sendo mais PAU NO CU e jogando na mãe a culpa de suas covardias. nora assumir um pouco disso foi típico dela mas, tommy, vc é um idiota. se eu fosse julia não queria mesmo ver nem pintado. no mais, kevin foi absolutamente APENAS sensato no episódio – geralmente ele usa a sensatez como máscara para ser implicante, mala e coisas afins… e a trama daquele inimigo de william querendo chegar na ojai segue sendo a mais desinteressante, um grande feito!

gossip girl (the godfather II) – como sempre, DOIS PESOS, DUAS MEDIDAS… todo mundo teve sua pontada de idiotice nesse episódio e volto a dizer que o troféu VÊ SE CRESCE vai pra blair. nem quero pegar no pé e, acreditem, gosto da personagem, mas really? vamos aos fatos: 1) serena tenta botar panos quentes quando a encontra na nyu falando que as duas erraram e b. não aceita. 2) dai as duas entram numa vibe operacional RETARDADAS, procurando se provocar durante a festa, ainda que AMBAS usem a desculpa de que é “pra proteger a festa” 3) tudo bem patrick ser um bêbado VA, e serena admite, mas b se recusa a crer que a “nova amiga” é cowgirl e faz a super baixa que ofende serena 4) serena empurra blair no bolo, o que é uó 6) chuck faz O MAIS MADURO (medo) e dá um puxão de orelha em serena que ele admite que também se aplica a blair (ainda que tenha aquela parte blé do “um dia vc vai olhar par trás e dizer… fui amiga de blair wardolf”, que pode ser lido naquela vibe “sou chuck bass” que eu detesto. botem os nomes/persona na bunda, ok?!) 7) serena vai pedir desculpas e odeioodeioodeioodeio que SEMPRE fazem a s. sair por baixo nessas porras. o que muita gente chama de LIÇÃO DE MORAL da blair é uma mistura de, ok, um momento emocional de reconhecimento da distância entre as duas e um discurso PAUNOCU sobre “o que serena está fazendo com sua vida/ vc está se afastando de sua família” – e que a própria serena acaba corroborando ao se demitir. sendo que nada disso nunca foi UMA QUESTÃO ABORDADA NA SÉRIE. a pior parte é achar legal ficar falando pra broder que foi sua melhor amiga por 18 anos que “antes você era a número 1, mas agora eu não to mais sozinha” aka arrumei “o homem da minha vida” e você já não é mais tãaao necessária. e ainda bota o dedo na cara por serena não ter O HOMEM DA VIDA (a despeito das duas terem, o que, 19 anos de idade e tals). e ainda fala do NATE (outro PAUNOCU que tentou usar serena, ela evitou e ficou de mimimi). para finalizar, essa linha do namoro entre olivia e dan ta muito GOOFY, pelamor.

heroes (once upon a time in texas) – é um sinal de como O BICHO TÁ PEGANDO em heroes quando o melhor episódio da temporada é um que revisita a primeira temporada – e em seu ápice, nas proximidades do homecoming, que considero o CENTRO & CORAÇÃO da série. é meio como se eles quisessem nos fazer lembrar de porque já gostamos desse programa. a época em que sylar era um vilão sério a ser temido, com mommy e daddy issues insinuados e convicentes (porque quando entraram nessa seara for real MELARAM TUDO), hiro era um dos personagens mais queridos de todos, claire era cheerleader e “save the cheerleader, save the world” era O MOTE, quando hgr sequer tinha nome… acho que gostei em grandes partes por isso, apesar de ser meio CHEAT, que fazer… agora as partes que tentavam colar o episódio com um western: fail; charlie dando lição de moral: FAIL; toda a parte do ex-t bag: FAIL. abs.

V (pilot) – não sou a maior fã de histórias de extraterrestres e nunca assisti a produção original, mas o piloto de v foi bem interessante, apesar de certas coisas meio humrs. os visitantes sendo vendidos como algo hype e uma mensagem de esperança, a contraposição evidente que já foi delineada entre erica e seu filho – ela como alguém que vai ficar na RESISTÊNCIA, ele embebido em sonhos de paz e união -, tudo feito de uma maneira legal. não achei nada DE OUTRO MUNDO (malandrinha), mas foi bom.

modern family (en garde) – não adianta, modern family já conquistou e mesmo quando não é um ÁS DAS GARGALHADAS consegue arrancar um sorriso feliz, é um programa que vale a pena assistir e faz a gente se importar com aquelas pessoas for real. algumas pessoas questionam se isso vai ser suficiente para n sessões, mas a) não vejo porque não, não é um mote finito (mais preocupante seria, tipo, v durar mil temporadas) e b) não vejo porque ficar se preocupando com a hora da queda,do enjoo, enquanto deveríamos estar nos deliciando com esse lindo momento:: O AGORA. manny mostrando seu insuspeito talento para a esgrima levanta a questão do orgulho que os pais sentem pelas realizações dos filhos e lembranças dolorosas para mitchell, que teme nunca ter orgulhado o pai e ainad se ressente com claire por ter desistido de uma competição de PATINAÇÃO NO GELO. novamente, o mais engraçado mesmo de uma maneira DISCRETA (estava de lado durante o episódio) foi cam com sua filmadora rs. mas no geral foi um episódio muito simpático. continuo achando que a série não teve let downs, o tempo voa e fica no final uma vontade DE MAIS. é isso, for now.

the good wife (conjugal) – episódio bom, naquela pegada histórias paralelas, reflexão sobre agenda alheias, alicia sendo idealista e boazinha e finalmente rolando uma reaproximação ainda que TÍMIDA com peter. e senti uma vibe kalinda-cary também…

friday night lights (after the fall) – ver aqui.

mercy (the last thing i said was) -foi até um bom episódio, pros padrões da série. aquela situação de todos saberem da traição de verônica, menos o marido, é meio surreal mas funcionou num tom de comédia. engraçado que revi o episódio de dawson’s creek em que a mãe de dawson conta pro pai que o traia e é bem desse jeito também, só que versão DRAMA. foi bom pra trama andar. agora verônica tá só e eles mostram o doutor bundão lá se ligando com a média oriental.. anyways, o didatismo segue imparando, como sempre nesses shows, nos casos médicos. desperdício de elisabeth moss, fazendo uma paciente com câncer que faz veronica repensar se deve ou não contar o segredo ao marido, e o casal idoso, que serviu tanto pro dr. bundão refletir como pra médica que namora o policial. meio blé, mas ok.

flashforward (the gift) – episódio bem interessante de ff, que vinha numa descida maluca. abordaram um assunto relevante e que dá uma boa contextualizada social na vida pós-apagão (os “already dead”, pessoas que não viram nada), e proporciona de uma maneira ASSERTIVA a discussão livre arbítrio vs. destino – pq quando al decide se matar é uma decisãoLIVRE que inevitavelmente muda o que deveria estar escrito. ainda que neguinho entre numas de que, sei lá, a mulher que ele ia matar vai sempre morrer (naquelas de CORREÇAO DE CURSO), são coisas diferentes, ponto. isso dá uma RENOVADA nas esperanças de gente como dimitri e o próprio mark – já aqueles que GOSTARIAM de ver suas visões virarem realidade sofreram golpes no episódio. aaron recebeu uma visita de um militar companheiro de sua filha, que narrou a morte dela e o fez “encontrar a paz” só para no final ela aparecer… e o enfermeiro que trabs com olivia conseguiu, com ajuda de nicole, ser mais objetivo quanto à mulher de suas visões. é isso. nada sensacional, mas bastante SÓLIDO. só acho chato que o joseph fiennes tá tipo indo de ruinzinho pra BOMBA. e ah, só hoje notei que a natalie é a jane, de mad men.

grey’s anatomy (invest in love) – algumas coisas estranhas, algumas coisas boas. tivemos três histórias médicas principais: 1) grávida e bebê prematuro, que serviram apenas para o alex mostrar que sua vida tá lame e que ele pode ser fofo de vez em quando. bom, serve também de LEMBRANÇA da época dele na pediatria, com a addie. desse lado, só frustração dele com a ainda sumida izzie e a nora zehetner chegando dicumforça. 2) o garotinho doente, que serviu para dar destaque a arizona, que tem aparecido mais na temporada. foi um plot ok, com aqueles momentos óbvios de emotividade, e arizona me incomodou saindo um pouco do tom na hora que briga com a callie. eu sei que era de frustração etc, mas é tão injusto e histérico que me irritou um pouco, achei excessivo. no mais, segue sendo uma personagem segura, apesar da crisesinha aqui (“diga que sou boa”) e blas, sabe onde deve ir, onde não deve ir, sabe dar um basta sem ser ridiculamente irritante. acho isso interessante. 3) por fim, a garota com múltiplas fraturas, que só serviu pra me mostrar que sigo n’uma página diferente da dos outros fãs de grey’s e me irritar profundamente com yang. don’t get me wrong, eu também não gosto do owen, inclusive torço pelo fracasso dessa relação desde meados da temporada passada. acho ele um saco, já achava um caso as crises de guerra, e depois que sumiram com isso ficou super vazio. mas, de boa, é muito cansativo ter que ficar se preocupando com o que cristina vai achar porque não foi chamada pra cirurgia, em primeiro lugar. sabe, cresce, eu sei que é cirurgia-freak, mas give me a break. depois, independente do que ela acha, é claro que owen vai ficar irritado de ser tão DESOBEDECIDO diante de todos, desrespeitado etc. e o pessoal ainda diz que ele é o idiota na questão! pqp, é cegueira demais. juro por deus que me lembrei de veronica (mercy), senti a mesma vibe SEM LIMITES. eu sei que grey’s sempre tem isso, gente burlando regras e tals, mas foi tão violento aqui que fiquei um pouco chocada. sai pra lá, sabe. e ainda sai de cara lavada, podia depois fazer um mea culpa, mesmo achando que tenha sido necessário… do tipo DESCULPA PASSAR POR CIMA DE VOCÊ. mesmo que fosse só o ego do cara, o que acho que não era o caso, pra mim foi uma questão de respeito mesmo. esse babaca do mercy é o tipo PELIGRO que vai combinar melhor com ela, em minha opinião. uma vibe mais pele e menos romance. sigo meio irritada por ver tanto ATRAVÉS dos episódios, com meredith no mais longo pós-operatório do mundo e izzie sumindo totalmente do nada para voltar com uma raiva improvável no episódio que vem (a julgar pela promo). sei que são fatores externos, mas ser roteirista também é RECEBER A GALINHA PULANDO, como já disse… SE VIREM!

the vampire diaries (162 candles) – a ex-mulher do dean (gg) entrou fazendo um personagem legal, que infelizmente DANÇOU no decorrer do episódio nas mãos do sacaninha do damon. muito me intriga essa gente que segue achando o damon APAIXONANTE. eu entendo que tem charme, tem wit e blas, mas pera lá, né? não é nem nível bad boy, é mau caráter, cretino, mata gente etc, por mais PSICOLOGIZAÇÃO que joguem aí (insinuaram com a coisa da katherine, mas acho que vem mais artilharia pra esse lado, já que alguma hora devem explorar mais a TENSÃO entre ele e elena). enfim, ainda devo meu texto sobre as NUANCES dos bad boys, o que faz de uns interessantes e outros apenas IRRITANTES. bacana a aproximação entre caroline e matt, curto muito ela. já a bonnie é facilmente a parte mais chata, e pelo jeito o próximo episódio vai pegar FORTE na mitologia bruxa… blé.

fringe – veja aqui.

the mentalist (black gold and red blood) – cadê os episódios que caminham com as coisas? nunca é LENTO assistir mentalist, então perdoo muita coisa, mas sem andar na BIG PICTURE e ainda sendo tão tão improvável fico meio incomodada. really que jane foi direto pra prisão? e conseguiu fazer tudo aquilo? eu sei que é meio over reclamar de IMPROBABILIDADE em mentalist, mas sei lá. só serviu pro jane sair de fodão e pra jogarem gás nessa shipperia jane-lisbon, que eu nem curto.

the office (double date) – que episódio estranho. a versão mal humorada da pam é geralmente a pior, e já tá durando há um tempo, embora seja compreensível. mas ela vai muito de um extremo a outro DURANTE UM ALMOÇO. sei não. a trama de dwight tentando conquistar os colegas foi um pouco melhor e só…

30 rock (audition) – ainda tô devendo o post sobre a nova temporada e as questões de humor, blas, mas adianto que pra mim a série já voltou ao pique no episódio passado – sendo esse aqui um espécime mais bem acabado. MORRO com kath geiss fazendo a susan boyle. aliás, toda a cena das audições é muito boa. morro com jack no metrô fazendo discurso a la pedinte. e gostei bastante da interação jenna-tracy nesse episódio. way to go.

community (home economics) – não gostei especialmente. aquela coisa de vaughn, a banda e as músicas me proporcionaram zero risadas. jeff morando no carro e tals e depois indo viver com abed foi provavelmente a parte mais forte do episódio, já que annie e troy também não achei grandes coisas. continuo gostando menos dessa série do que deveria, a julgar pelos outros. (rs).

parks and recreation (ron and tammy) – mais um episódio sensacional da série, que só faz melhorar. ron é um dos melhores personagens e um episódio mais centrado nele só nos mostra isso. ainda prefiro greg pikatis, mas esse tá logo atrás!

top 3 da semana:
1) fnl, after the fall
2) 30 rock, audition
3) parks and recreation, ron and tammy

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Autor: carol

there ain't no catcher in the rye vamo se jogar!

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