harper's island – 01×06 – sploosh

Harpers_Island5

depois do quinto episódio, que expõe as mortes na ilha, esperava que sploosh fosse um pouco mais ligado na adrenalina, mas ainda que as reações sejam rápidas não acontece muita ação nesse episódio – e acho que estão sendo econômicos com as mortes. outra tática que continua é a de fazer com que estas sejam sangrentas porém silenciosas e de sumirem com os corpos – e sempre no final do episódio, pretensamente para aumentar o suspense. acho que podiam sair um pouco desse script…


continuamos do mesmo ponto parado no quinto episódio: a lâmina cai, mata thomas diante de seus familiares e causa choque e espanto em todos. é richard quem cobre o corpo, pouco antes da chegada do xerife, que pede para que todos se retirem. a recomendação deles é de que todos voltem para a pousada e permaneçam juntos. na saída, maddie vê jd escondido na mata e ele pede silêncio, o que ela cumpre fielmente.

os convidados estão em choque. beth declara prontamente seu ódio à ilha e começa a ficar paranóica com a falta de contato de lucy. todos parecem crer que a) foi um atentado proposital, ainda que aleatório e que poderia ter matado qualquer um, portanto e b) que o casamento foi adiado. a ansiedade é generalizada, mas é sully quem diz que eles deveriam sair de lá o mais rápido possível.

eles estão todos juntos e tenso quando chegam chloe e cal – que foram o núcleo de humor do episódio mais uma vez. o sumiço dos dois no episódio anterior é explicado logo no início, quando descem no cais e cal lamenta que eles não tenham chegado a tempo do ensaio do casamento por terem ficado à deriva. chloe, por sua vez, não parece muito preocupada em ter perdido o compromisso e os dois rumam para o BAR.

lá, ela diz que vai ligar para se desculpar com trish e cal descobre que o anel com o qual pretendia pedir a mão da namorada em casamento, que perdeu no mar em meio a uma briga com ela uns episódios antes, foi achado por um homem que vive um relacionamento tempestuoso – e usou a aliança para pedir a namorada DELE em casamento.

cal, sempre exageradamente inocente,vai falar com o noivo e explica que a aliança era dele, dá as características, coisa e tal, pedindo de volta. é claro que é totalmente ignorado e quando ele sai todos riem dele. ele explica tudo para chloe, que fica revoltada que alguém vá se casar com a aliança que deveria ser dela.

enquanto os noivos dançam, celebrando seu noivado no bar (nem os culpo, a cidade parece ter só isso, é que nem aquele jogo SCOTLAND YARD, os cenários são limitados e básicos), chloe chega e faz uma cena, se passando por amante do cara. e amante grávida, ainda por cima. indignada, a noiva joga a aliança no chão e estapeia o cara. cal aproveita e pega o anel e depois os dois saem correndo.

quando encontram os amigos, que ficam aliviados de ver que estão bem, eles tomam conhecimento da morte do sr. wellington e chloe lembra que a espada do museu havia sido roubada no dia da gincana e é a provável arma do crime. danny chega e diz que o xerife proibiu todos de sairem da ilha até prestarem depoimento. “ele suspeita de um convidado?”, pergunta cal e todos ficam se olhando em silêncio.

depois, cal e chloe têm uma cena mezzo romântica, mas ele acaba não a pedindo em casamento, dizendo que isso não combina com o dia pesado, marcado pela morte, que acabou de acotnecer. ela pede desculpa por ser tão crítica com ele sempre, depois dele dizer que sabe que a namorada gostaria que ele fosse mais impetuoso. chloe admite que ele o assusta um pouco porque sempre “pensa em tudo”. a cena termina com chloe dormindo e cal olhando fixo para frente, meio assustado e meio suspeito…

no rastro do crime

o xerife começa suas investigações pelo local do crime e expressa a idéia de que mataram o padre para ter a igreja vazia, facilitando a montagem da armadilha.

– temos outro assassino na ilha… não finge que não conhece aquela arma. é a marca de john wakefield – diz o ajudante do xerife, que replica que este está morto.

também a polícia debate se o assassino foi criativo ou aleatório, mas o xerife pontua que as luzes se apagaram quando a vela da união foi acesa e pega o mapa de lugares, concluindo. “alguém queria thomas wellington morto”. eu mesma na última review manifestei que acreditava que a morte mirava o sr. wellington, mesmo, mas certamente foi audacioso, sim, porque todos estavam muito juntos, algo poderia acontecer, enfim, não era certo que pegasse exatamente ele – assim como as outras mortes causadas por armadilha, by the way, também parecem aleatórias.

os wellingtons e agregados estão todos no mesmo quarto da pousada e richard assume o papel de macho alfa, consolando todas e dizendo que por pior que tudo esteja eles são uma família e passarão por aquilo juntos. trish não se contém diante dessa postura do cunhado e revela que ele está tendo um caso com katherine – nessa hora, o xerife chega para fazer perguntas e ouve tudo, pedindo para falar primeiro com richard.

richard diz que thomas era um homem difícil, que trabalhar para ele era o inferno, que ele o odiava, mas que não o matou. o caso com katherine, que durava apenas 6 semanas, era “minha maneira de me vingar de wellington”. como álibi para o que estava fazendo antes do ensaio (mas o padre estava morto há dias, a igreja deserta, a armadilha podia ter sido feita antes, não?) ele diz que passou todo o dia com a filha.

maddison confirma isso e faz  um play-by-play do seu dia com o pai para o xerife, cheio de detalhes. quando ele sai, a menina pergunta à mãe  e à tia se saiu-se bem e revela que contou exatamente o que richard mandou que ela falasse.  trish e shea se entreolham, suspeitosas (shea só fez fungar um pouco sobre a traição e se mostrar decepcionada que o pai tenha tido esse peso, de ser corneado pelo genro, no seu último dia de vida).

trish vai então confrontar katherine. começa dizendo que a madrasta parecia genuinamente triste diante da morte de thomas (também reparei que estava triste, mas, bom,  quem nãopode FINGIR?). katherine diz que amava thomase jamais o mataria. “então porque richard mentiu sobre onde passou o dia?”, pergunta trish. “ele não estava comigo, se é isso que está perguntando”.

katherine vai então com trish falar com o xerife, que fica sabendo que o álibi de richard era falso, e também mostra artigos do harper’s globe falando sobre o caso wakefield, que ela achou na mala do amante (artigos que a abby viu no balcão do jornal, lembram? na única aparição da robbie so far). o xerife havia perguntado a richard o que ele sabia sobre o caso e ele disse que “só o básico”. indignada, trish questiona se o cunhado está usando o famoso assassino para disfarçar o assassinato do sogro. o xerife diz que irá investigar e pede sigilo às duas.

wakefield?

abby e henry conversam e ele conta à amiga sobre a briga que teve com jd e a frase enigmática do irmão, de que tinha uma “última surpresa” e que dessa ele gostaria. depois disso, abby fica só e é surpreendida por jd, que pergunta se o irmão acredita que ele seja culpado pela morte de thomas.

– era só uma vela explosiva! uma surpresa, colocaria no lugar da vela da união. achei que seria engraçado. só para irritar o henry – ele explica. (get a life, loser. e outra, isso não explicaria o realce no fato de que a surpresa agraderia henry, um comentário maldoso que se refere ao fato de sogro e genro não se darem muito bem).

jd pede ajuda a abby para provar sua inocência e sugere que wakefield está vivo e é o responsável pela morte- uma idéia que sabemos que encontra ressoância em abby, por mais que ela negue – e ainda acrescenta que acha que o viu do lado de fora da igreja. ele pede que ela vá com ele até um ponto na mata, onde poderia provar o que falou.

e abby vai – por mais cilada que pareça se meter na mata, no meio da chuva, seguindo jd atrás de um provável wakefield… jd ainda faz o creep, pegando o canivete e parecendo que vai para cima dela, quando na verdade ele vai cortar uma corda de um corpo que está pendurado nas árvores. “precisava ver quem é com alguém que eu confie”; para ele, um corpo morto pendurado n’uma árvore é uma prova inequívoca de que wakefield está na atividade.

quando o corpo cai, em duas partes, vemos que é o tio marty. os dois voltam e encontram henry (sembre à beira do bosque), contando da morte de marty. assim que ouve isso, henry parte para cima do irmão, que não gostava do tio (surpresa!!). jd diz que wakefield está vivo e de volta – e abby acrescenta que ou é isso ou um imitador.

abby mostra aos dois irmãos o sótão do pai, repleto de material sobre mortes similares às de wakefield, em vários pontos do país. “por que agora? por que depois de todos esses anos?”, ela pergunta, provavelmente pensando que é muita coincidência que as mortes, que foram zero em sete anos, voltem justo quando ela bota os pés na ilha novamente. ela acha postais vindos de v[arios cantos para o pai, todos escritos MENTIROSO – será wakefield, acusando o xerife de ter tomado crédito por uma morte inexistente? “e se meu pai estiver rastreando wakefield?”, ela pergunta. as provas mais contundentes são uma foto recente, circulada e com o nome de wakefield, e uma digital também recente que mostra 99%de probabilidade de ser do assassino.

os três vão atrás do xerife e comunicam a morte de tio marty. em seguida, henry o acusa de ter mentido sobre a morte de wakefield, mostrando a foto que acharam no sótão. o xerife diz que se trata de um copiador, mas os outros se mostram céticos. jd diz que há uma maneira fácil de saber a verdade, que é exumando o corpo de wakefield.o xerife diz que estpa cheio de problemas e não vai permitir que isso aconteça, mas jd diz que vai escavar o túmulo de wakefield ainda assim. diante disso, o xerife o detém e prende na dispensa (bem profissa). “valeu a pena fingir que matou wakefield para bancar o herói?”, provoca jd. abby diz ao pai que precisa saber da verdade e o xerife responde apenas que vai tirá-la da ilha no dia seguinte.

abby e henry acham que o xerife está mentindo e vão eles mesmos desencavar o caixão de wakefield, na expectativa de que esteja vazio.  já é noite e lá estão os dois, cavando, quando são surpreendidos pelo xerife. “eu esperava encontrar jd aqui”, diz ele. “mas você o trancou”, responde henry. “alguém o deixou sair”. abby diz que eles não vão parar e o xerife permite que continuem – e há um esqueleto enterrado.

issoparece dirimir as dúvidas de abby e henry (alô, pode ser o esqueleto de QUALQUER UM??? mas eles parecem pensar que o xerife podia até ter ficado com o crédito pela morte do broder, mas jamais iria tão longe) e eles se concentram também na teoria do copiador. o xerife diz que nunca imaginou que o copiador fosse para a harper’s island. abby pergunta se o assassino poderia ser a pessoa que jd disse ter visto fora da igreja (que pergunta, não é mesmo?) e o xerife insinua que jd tenha mentido sobre isso e a filha diz que jd estava sendo sincero ou não a levaria até o corpo do tio marty. “para parecer inocente”, sugere o xerife. ele acha que o assassino finge ser wakefield para esconder sua verdadeira motivação.

abby pede desculpas pela bisbilhotice e pela desconfiança.  o pai novamente se desculpa pelas coisas que disse sete anos atrás (que coisas??? morro de curiosidade. insinuou algo sobre a abby? ela era creep a la maddie na infância/adolescencia?). o xerife diz a henry que vai prender jd, porém não fica claro se pelo caso de thomas – nem mesmo tinha provas fora TESTEMUNHAIS, que são as mais fracas…

jd, por sinal, foi solto por maddie, que o achou na dispensa e ficou naquelas de “ninguém repara nas crianças” e coisa e tal. ele foi correndo pela floresta até a casa do bróder que, segundo parece, era o ajudante do xerife que foi queimado pelo wakefield. ficam as dúvidas: 1) como essa informação sobre quem é esse cara fica disponível por virais de internet, a cena tende a causar suspense nas pessoas, que pensam que deve ser o wakefield; 2) eles são aliados? esse cara já soltou um cachorro em thomas e trish; 3) foi esse cara que jd viu do lado de fora da igreja, eles conversaram e ele viu quem é e vão se tornar amigos/aliados, ainda que não para o mal, agora?.

jd ser o assassino chateia muita gente, que não quer que seja algo tão óbvio (estamos chegando na metade da série), mas também não se pode desconsiderar o óbvio, né. espero que não queiram surpreender por surpreender, colocando alguém com motivos esdrúxulos e sempensar no que se passou antes, ou seja, deixando pontas soltas…

ah, já ia esquecendo, porque foi novamente na última cena e sem muita influência, já que só deve repercutir no próximo episódio: quem morre nesse episódio é o richard. ele está falando ao telefone com o que imagino que fosse um advogado, dizendo que ainda não foi acusado de nada mas que não quer falar mais nada sem que ele esteja lá – o próximo depoimento seria na man hã do dia seguinte. ele também diz que tem a questão do casamento, pois ainda não sabe como shea irá reagir; “não ligo para o dinheiro, só…”. nesas hora, uma lança o trespassa e ele consegue balbuciar o nome da filha, que está brincando em uma janela. a menina parece ouvir algo, mas de repente puxam o corpo, indicando que vão dar o sumiço.

acho que estão querendo incriminar o richard – nem mesmo acredito que ele que pediu aqueles artigos do harper’s globe. depois de fazer acreditar que ele matou o sr.wellington, usando como disfarce o wakefield, dão o sumiço para dar a idéia de que ele fugiu?só se todos forem muito idiotas, o que parece que estão deixando de ser – até a beth se tocou que tá CREEP o sumiço da lucy… deveriam se tocar mais, né, mas fazer o que? achei que a beth ia morrer nesse epi, tava sozinha/melancólica/triste/”odeio essa ilha” o tempo todo, e uma hora até é surpreendida por trás – mas é apenas malcolm, que continua mentindo sobre booth e tenta consolá-la pela preocupação com a amiga.

harper’s island
primeira temporada
episódio 06 – sploosh
escrito por robert levine
dirigido por james whitmore jr.

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Autor: carol

there ain't no catcher in the rye vamo se jogar!

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