ryan murphy fala sobre glee

gente, minha tradução LAME de uma entrevista com o ryan murphy sobre glee. não ajuda que eu acho que transcreveram meia boca também, linguagem falada e cheia de vícios e repetições bla bla bla. quem sabe inglês pode ler aqui. um abraço que vou assistir o centésimo grey’s!

Entrevista que o Ryan Murphy deu em uma coletiva, reproduzida no site Fancast.
P: Como vocês estão escolhendo canções para o programa? Existe realmente uma fórmula mágica?
R: Todos os episódios, nós estamos escrevendo-os tematicamente. Obviamente você não quer isto para um piloto, porque um piloto é como a origem do conto, mas realmente se trata de cosias que eu gosto e coisas que eu acho que se encaixam nos persogens e fazem a estória caminhar. E também, com cada episódio, nós fazemos entre cinco e oito números musicais, e minha meta é realmente tentar e dar algo para todos da audiência. Nós temos hiphop. Nós temos R&B. Nós temo top 40. Nós temos country.

Mas quanto à coisa do Sopranos, quer dizer, todo mundo sabe que aquela música foi usada no programa, mas para mim transcende qualquer coisa. Sempre foi um hino. Eu acho que o número um de músicas mais populares da história do iTunes ou algo assim. E apenas pareceu, eu gosto da idéia de seis crianças de 10 anos interpretando aquela canção, ver o que alguém daquela idade faria com ela, então esse foi semrpe o ponto. Steve Perry foi incrível quanto a licença da canção para nós. Ele veio e assistiu o piloto e amou, e apoia bastante. Nós estamos esperando que ele faça alguma aparição promocional ou faça algo com o programa, porque ele é tão maravilhoso e todos o amamos.

P: Existe algo da parte musial que você adiantar?
R: Eu preferia não fazer, porque tem muitas coisas maravilhosas, e me pediram para não adiantar. Mas eu irei dizer que existe algo para todo mundo, mas nós estamos fazendo uma grande clássico do rock dos anos 1970. A chave para as músicas é fazer coisas que a maioria das pessoas conhece, por isso que eu acho que muita gente ama American Idol – porque é um conforto musical em certo sentido.

P: Pessoas que vêm seguindo suas séries, de Popular a Nip/Tuck, sabem que muitos dos seus atores parecem transitar de show para show. Você os traz de volta em papéis de convidados. Podemos esperar ver algum rosto familiar em Glee, além de Jessalyn, mais para frente?
R: É engraçado você dizer isso oprque, nesse programa, eu meio que decidi não fazer isso por conta do approach que nós temos, você saeb, muito do casting para esse piloto foi feito usando muitos cantores e dançarinos e pessoas da Broadway, então eu realmente quero novas vozes e novos rostos nesse, então eu não acho que farei essas polinizações cruzadas que eu fiz.

P: Lá no fundo, esses jovem, eles ainda irão permanecer sendo os nerds da escola. Eles não irão se tornar magicamente em jovens populares, vão?
R: Não. Não, quero dizer, o programa realmente é sobre os impopulares e eu acho que a chave para o tom e o coração do show é que as pessoas irão amá-los porque eles são impopulares, então eu não quis fazer um programa onde tivessemos todo tipo de super falsos e fantásticos. Esse programa também acontece no meio oeste, de onde eu venho, então nós estamos tentando manter as coisas bem autênticas a isto.

P: Podemos esperar uma trilha sonora do programa?
R: Sim. Nós estamos no meio de lidar com a trilha sonora, e a coisa magnífica sobre isto é que musicalmente o programa é bem, bem apoiado pelo estúdio FOX. Nós fazemos entre seis e oito canções opr episódio e toma um longo tempo para produzir e ter todos as músicas prontas, então nós estamos fazendo de maneira a ter certeza que os valores de produção são tão altos quanto os do piloto. Fox foi tão graciosa em nos dar uma espécie de hiatus musical programado quando pudemos pegar alguns dias e alcançar e produzir as demos e fazer com que os atores viessem e gravassem e fizessem a coreografia. Isto sendo dito, uma das razões pelas quais estamos fazendo isto é porque vai haver uma série de discos, eu acho que provavelmente nós teremos um album a cada dois meses porque nós teremos tanto material.

E também nós teremos todas essas músicas, quando vocês as assistirem no programa, ja estarão disponíveis na mesma noite imediatamente no iTunes, então se você gostar de algo, você pode comprar. A parte musical é obviamente a mais desafiadora, mas também a mais excitante e a trilha sonora foi uma oferta de sete diferentes companhias, então nós tivemos muita sorte com isto, eé algo que estou realmente interessado. Estou feliz que o estúdio continua a nos apoiar.

P: Houve alguma pressão da Fox para embotar o show?
R: Na verdade, eu sempre fui hesitante em fazer um programa de estúdio (network). Eu nunca tive muita sorte com isso apenas porque eu acho que minha voz é muito específica e um pouco subversiva. E eu disse a Kevin Reilly enquanto eu batalhava que se eu fosse fazer, eu queria fazer de um jeito vem específico, e Kevin foi a pessoa que trouxe Nip/Tuck para o quarto, então ele entende minha sensibilidade.

E para minha surpresa e prazer, a Fox realmente manteve sua palavra. De fato, eles estão me pressionando para fazer muito mais na veia do piloto e eles nunca antes tentaram tirar algo porque eles pensaram que era meio maluco, mas eu também tive bastante consciência de que a chave para o programa é… é um programa com muito coração, é um programa sobre impopulares, e você quer ter uma certa gentileza com ele. Mas também tem elementos estranhos, mas eles (Fox) apoiaram muito isto, conhecendo meu tom, e isto também me mantém interessado, então eu fiquei surpreso e tem sido realmente um grande presente até agora.

Eu também quero fazer um programa que tenha apelo para todo mundo. Eu fiz um programa de tv a cabo e isto foi para mim um grande desafio. Eu fiz oito anos de escuridão e coisas realmente adultas. Eu estava OK, eu quero tentar algo diferente. Eu quero fazer um programa que tenha um coração maior e mais gentil, mas não se engane. Ainda tem suas asperezas, e eles as apoiaram bastante.

P: Eu quero perguntar sobre sua reação quando você descobriu sobre os planos de programação para a premiere – vindo após American Idol – e então, espere, o resto só sairá no outono.

R: Foi uma coisa interessante quando me chamaram e fizeram a proposta, e eu meio que hesitei, porque eu disse, bem, eu gosto que vocês acreditem tanto nele, e eu gosto do apoio que vocês querem colocar nele. Mas me incomoda que estaria fora do ar por quatro meses, se você pensasse nisso – ou três meses. Mas como Kevin me explicou, isto é realmente ótimo – é uma preview. É assim que eles estão chamando. Uma preview. E eu fico dizendo que é como ter um trailer do filme antes de Titanic.

É realmente um jeito fantástico de obter tantos olhos para observar seu programa quanto possível e o que me convenceu é que irá ao ar depois do penúltimo episódio de American Idol e então imediatamente ficará disponível para as pessoas opr todo o verão. Você pode comprar e baixar na internet, o episódio iploto, e também teremos, durante o verão, não apenas você pode pegar, e eu acho que as pessoas vão pegar, eu irei amar isso, mas também alugar e comprar. Nís também teremos as músicas disponíveis no início de agosto. Nós teremos provocando alguns grandes números que teremos durante o programa.

Para mim, também pareceu bravo e algo nunca feito antes por uma televisão de rede e eu acho que é realmetne uma grande noite de televisão. Estaremos contra alguns ótimose clássicos programas. Não é necesasriamente sobre ter um número. É sobre fazer as pessoas lentamente ficarem sabendo do programa de uma maneira que é muito original e eu gosto porque não há outro programa no outono que terá o que nós teremos. Eles estão gastando muito dinheiro e tempo em marketing em maio para uma noite apenas e então vendendo tudo no verão e lentamente soltando coisas e provocações antes que chegue o outono, então eu acho que é realmente uma boa idéia.

P: Como você se saiu durante o processo de casting e houve alguém que você achou imediatamente e pensou, eu quero essa pessoa, eu posso construir ao redor dessa pessoa?
R: Bem, foi uma coisa maravilhosa quando eles escolheram o piloto. Ficou bastante claro que eu queria escolher (o elenco) de um jeito específico. Nos ofereceram muitas estrelas e eu disso não porque eu queria manter real – algumas pessoas da Broadway, e isso nós fizemos. Então nós escalamos por um tempo realmente longo. Eu acho que nós escalamos por três meses, o que, em tempo de televisão, é como um ano. A Fox nos apoiou bastante quanto a nos mandar em viagens  por todo o país, particularmente Nova York para procurar dentro da comunidade da Broadway e conhecer pessoas.

Mas todos que foram escalados, mesmo se não cantar ou dançar no piloto, você meio que tem que fazê-lo na sala. você tem que entrar. você tem que atuar e você tem que fazer audição de uma canção. E eu sinto que todos que conseguiram os papeis os mereceram e foi realmente divertido para mim.

Também, durante o processo, você meio que aprende muito sobre os atores que você realmente escala, e então você escreve para eles e os talentos que têm. Como Matthew Morrison, que interpreta o protagonista, por exemplo, na audição dele ele entrou na sala com um ukelele e cantou, eu acho, Somewhere Over the Rainbow, o que é muito estranho mas também uma escolha engraçada e doce, então aguarde e veja o que nós faremos no programa. Foi meio com momentos como esse.

E a única pessoa que eu realmente tinha meu olho desde cedo foi Lea Michele, porque ela é uma amiga minha, porque sou amigo de Jonathan Groff, que fez Spring Awakening, e eu a conheci ali, e também Jane Lynch. Ela é minha amiga, então essas eram as duas que tinha em mente e estava escrevendo para elas, mas eu deixei claro para Lea, “Veja, para ter esse papel você tem que entrar na sala e merecê-lo. E você terá que competir. E ela o fez. Ela simplesmento jogou todos para longe, mas foi engraçado. Foi engraçado. Foi longo.

(HAHAHA que engraçado. era tipo FAVORECIDA mas tinha que merecer. que bom que a jane lynch ele nem entrou no merito…)

P: O que você acha que será a chave para manter as pessoas engajadas ao programa?
R: Para mim, a chave para esse programa era – eu estava interessado em fazer um musical, mas eu queria fazer meio que um musical pós-moderno. Eu sempre vendo assim, então eu disse: “veja; não vai ser – eles não estavam interessados nisso, a Fox, e nem eu, fazer um programa onde as pessoas de repente começam a cantar”. Não é assim que nós queremos fazer. Eu disse, “Veja, se eles vão cantar, deve haver três regras. Será feito quando eles estiverem no palco ensaiando ou se apresentando ou quando estiverem na sala de ensaios, ou será meio que uma fantasia que será no palco e você perceberá que eles estavam cantando em sua cabeça ou se apresentando fora do auditório todo tempo”. Eu acho que para mim serviu de vida e estrutura e faz com que fique mais acessível para as pessoas.

Eu acho que uma das razões para Chicago, por exemplo, ser um filme tão maravilhoso e com tanto sucesso é porque eu acho que tinha regras. As regras eram bem claras e faziam sentido. Eu acho que quando você começa a misturar as coisas as pessoas ficam confusas, mas também eu estava bastante inspirado por American Idol porque é a chave para músicas que as pessoas conhecem e interpretam de um jeito não usual, e eu acho que isso que o programa tem feito, e eu acho que por isso é um sucesso.

Então as pessoas sempre dizem, você está nervoso or fazer um musical na televisão ou fazendo televisão? Eu sempre respondo, bem, não realmente, porque o maior sucesso da história da TV é um musical, e o maior sucesso da TV agora é um musical, e é American Idol, e eu acho que nós meio que aprendemos algumas lições do porque que esses programas funcionaram e esperançosamente adotaremos essas lições para essa coisa pós-moderna que estamos fazendo.

(quer dizer que começar a cantar ‘do nada’ é uma ausência de regras? tipo, nos musicais clássicos? AHHA).

P: Eu estava imaginando se você já esteve envolvido em um musical no colégio, este tipo de cisa, se é assim que você pega o tom de todas as estórias.
R: Sim, eu estive. Haviam três escritores e dois de nós estiverámos (em musicais) e um de nós não. O que eu gosto nisso é que meio que o único que não esteve está sempre, espere, isso realmente acontece? E nós ficávamos, sim. Ele fica, “Bom, ninguém vai acreditar nisso”, pelo seu prisma, na maior parte, pela experiência de escritor. O que eu amo – você sabe, o que eu lembro sobre a vez quando eu estava fazendo todos esse programas e tal é de quando eu cresci em Indiana. Mas quando você consegue o papel principal em algo ou quando você está atuando, você meio que sente que o mundo está de repente disponível para você, e você sente tanto otimismo sobre o que você pode se tornar, e não tem que ser necessariamente um performer. É apenas sobre acreditar em você e eu lembro desse sentimento e foi muito importante para mim. E isso era o que eu queria que o programa tratasse, então eu meio que desenhei a experiência que eu tive.

P: Minha pergunta é sobre Jane Lynch. Você pode nos falar sobre a decisão de torná-la regular na série e então ela e as cheerleaders atuam como as que frustam Mr. Schuester e o clube de canto?

R: Eu a amo, eu já trabahlei com Jane antes. Eu sempre amei trabalhar com ela, e ela é muito, muito engraçada. A coisa engraçada sobre o papel é que era muito, muito pequeno quando o fiz no piloto, e foi colocado no piloto só para Will ter alguém que o frustra, alguém que meio zomba e fica ontra, e eu amei a idéia de diferentes maneiras de atuar no colégio. Eu acho que atuar nos colégios agora pode ser sendo cheerleader. Pode ser a vida de atleta. Pode ser um monte de coisas diferentes. Não é apenas o clube de canto ou teatro, então eu quis passar por esse ponto e eu amei esse tipo de personagem para Jane porque eu acho que ela faz muito bem, então nós escrevemos para ela, oferecemos e ela pulou na chance.

Então o que aconteceu é que nós fizemos o piloto, e ela fechou a conversa com aquele personagem… pulando para fora da tela, eu pensei, e as pessoas a amaram tanto, que nós dissemos para ela “você gostaria de aumentar sua parte e se tornar regular na série?”, e ela amou esta idéia, então o fizemos. Mas realmente veio de filmar e ver e vendo o quão boa ela era no papel. Meio que cresceu.

P: Houve rumores de que o piloto que foi enviado para algumas pessoas – alguns meses atrás – não era o piloto final e que houve mudanças nele desde então. Eue stava imaginando se isso é verdade e, se for, o que vocês modificaram?
R: Não, nós não modificamos nada. Basiacmente o que aconteceu é que houve duas versões do piloto. O piloto era incrivelmente longo. O piloto que eu acho que vocês assistiram tinha 47 ou algo, e para ter aquele espaço de American Idol você tem que ser o segundo. Você não pode ultrapassar, então basicamente nada mudou, exceto que eu retirei – eu acho que eu retirei duas ou três cenas do piloto. Mas o que vai acontecer em setembro, eles vão chamar de “versao do diretor”, e tudo meio que será reinstaurado, oprque então poderemos fazer umtempo mais longo. Então aquela versão será vista em setembro e também será a versao, eu acho, que será vendida online.

P: Como vocês tiveram a idéia para o programa e foi comprado por conta do sucesso de American Idol e High School Musical?
R: Não. Não foi por causa disso. Basicamente, para mim, eu havia feito Nip/Tuck por muitos, muitos anos e quanto eu tive esse acerto com a Fox, uma das primeiras coisas que eu disse para eles era que eu queria fazer algo que fosse muito diferente – isso é completamente o oposto disso oprque se você tem sucesso em um gênero, eles quere que você continue fazendo de novo e deno, e eu não queria fazer algo sombrio novamente, embora ironicamente minha próxima coisa será sombria.

Eu disso, eu meio que queria fazer um musical, mas eu não sabia como seria. E eles disseram, bem, nós queremos fazer um musical desde sempre, e nós não conseguimos imaginar como alcançar. Eu disse, “me dê um tempo”. Nós pensamos sobre o assunto e então literalmente dois dias depois eu fui abordado por Mike Novak, que é o produtor do piloto, e ele disse “Eu tenho essa idéia. Um amigo meu escreveu algo que eu acho que é um ótimo filme que nós queremos que voce produza”. Eu li e disse. “Bem, eu não acho que isso é um filme para mim, mas eu amei o título e eu amei a idéia. Vamos fazer isso e talvez nós podemos transformar em um programa de TV”. Então nós meio que jogamos o scrip longe. Então Ian, que o escreveu, e eu e Brad sentamos n’uma sala  e surgiu oq ue você vê no piloto. Nós fomos e mostramos. Chocantemente, eles disseram sim, e nós o escrevemos, e eles escolheram. Então aconteceu muito, muito rápido, como ás vezes boas coisas acontecem.

Mas eu nunca vi High School Musical. Eu conheço o conceito e eu sei mais ou menos como é. Eu certamente conheço o elento, mas eu nunca assisti. Mas eu admiro. Eu acho que o que eles fizeram é fantástico, mas nós nunca, sabe, tentamos fazer algo como aquilo. Eu estava tentando fazer algo muito mais como uma versão musical de certos tipos de filmes que eu amo que eram um pouco sobre o colégio como uma metáfora. O colégio não é realmente do que se trata, se isso faz sentido.

Eu queria que fosse sensível,  e eu queria que tivesse atitude, e eu também queria que tivesse coração, e eu queria que os números musicais fossem espetaculares e essa é a maravilha sobre a fé deles nisto, eles estão nos dando dinheiro para continuar a fazer essas extravagâncias, que são muito, muito engraçadas de fazer, e também difíceis. Toma muito tempo para fazer somente um numero musical, então imagino cinco ou oito por programa, mas eles continuam apoiando isto , e isso é divertido.

P: Você teve esse programas de TV que giraram e viraram filmes. Como a idéia foi basicamente vinda de um filme, você consideraria transformar o programa em um filme em algum ponto do futuro?
R: A vida é tão engraçada que isso já existe. Eu já tive uma oferta para transformar em um filme, e há alguém que quer transformar em um show da Broadway, e também tem alguém que quer transformar em um show de esqui antes de ir ao ar, então todas essas coisas, eu insisto dizendo, bem, elas são meio maravilhosas, mas vamos ver no ar primeiro, sabe.

P: Nos episódios que seguem o piloto, há novos membros no elenco? Existem mudanças na estrutura básica do programa ou há convidados interessentes ou algo que possamos falar?
R: O que acontece depois que você vê o piloto é que há seis jovens que estão no clube de canto e que você descobre que são necessários 12 para ir para regionais e secionais (disputas). Os cinco primeiros episódios são particularmente sobre a caça dos professores para encontrar os jovens de todos os diferentes estilos na escola. Então seis novos personagens entram nessa. Então no fim, eu acho que no episódio 4, você tem um grupo de 12.

Então o personagem de Kristin Chenoweth é apresentado no quarto ou quinto episódio, e esperançosamente ela será recorrente, e ela volta porque nós a amamos e ela é tão maravilhosa. Só agora nós estamos nos preparando para filmar o oitavo dos 13 episódios, e eu tenho sido muito cuidado, não quis fazer um casting de dublês porque eu acho que você quer que o mundo sinta muita autenticidade e passe tempo com aqueles personagens que já existem, ao invés de novos, então eu não fiz muito isso ainda. Acho que farei. Me oferecem pessoas o tempo todo, mas eu quero ter certeza de que é o certo para o programa e que o tom é correto.

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Autor: carol

there ain't no catcher in the rye vamo se jogar!

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