heroes – 03×19 – shades of grey

Na Califórnia, Claire confronta Doyle, o manipulador. Ela não quer ajudá-lo por conta do que ele fez com ela e suas duas mães no passado. Ele, por sua fez, fica indignado com a cheerleader se escondendo por trás do free pass que o poder de seu (s) pai (s) permitiu dentro de toda essa operação. Para ele, ela “vira as costas para sua própria espécie”. Ele ainda diz que ela não sabe “como é ser caçado” (alô, amigão, você precisa assistir ao programa! Desde a season one, a Claire só faz ser caçada!).

Choroso e fazendo o emocional, dizendo que quer recomeçar a vida, ele diz que não vai forçá-la a ajudá-lo porque esse não é “quem ele é” agora. Depois Claire fica se perguntando se deveria ter ajudado o cara. Na interação mãe e filha, ela mostra confiança em Rebel e sugere que para não incomodar em casa com as “pessoas com habilidades”, ela poderia ter um trabalho-fachada, para onde a galera que precisasse de ajuda seria enviada.

Assim, Claire vai tentar a vaga de Alex, na loja de HQs. O empregador pergunta: voar, um poder impetuoso, ou invisibilidade, algo mais sutil e quieto? (acho que eu faria o tipo ANALISTA 1rs). Ela consegue o trabalho porque ATRAI os nerds. Claire sente dificuldades com a vida dupla e pede conselhos a Bennet, mostrando que agora ela se vê numa posição similar à em que muitas vezes criticou o pai.

O onisciente Rebel avisa que os agentes acharam Doyle e pede ajuda a Claire, sempre via sms. Com dois puxões de pé (sim!), ela tira os dois da jogada e salva o manipulador. Rebel depois ajuda a conseguir documentos falsos – onisciente, onipotente… Vou parar pra não dizer heresia! “Você estava falando sério, sobre sua mudança?”, pergunta Claire. Doyle sorri e não responde.

O expediente de arrumar um emprego para distrair a atenção de casa e poder ajudar os prescritos não ajuda muito, já que depois do episódio o free pass dela acaba – vemos no final os agentes invadindo a casa e Claire sendo salva pelo Nathan, voando.

E Nathan tem tempo pra pensar na filha em meio a tantos problemas! Ele continua medindo forças com Danko. No início do episódio, Matt está em frente ao Capitólio todo cheio de bombas – perguntado sobre o assunto, Danko se faz de desentendido.

Nathan vai ao local e tenta convencer Matt a “se entregar” (como se ele estivesse no controle!), mas Matt não confia nele. “Petrelli… Como ele chegou lá tão rápido?” pergunta Danko, que ainda não sabe do calcanhar de aquiles do senador… Anyways, a bomba é ativada do bunker no prédio 26, sob ordem de Danko. “Ele pode ser mártir, já que quis bancar o herói…”, diz o cara, na escrotidão, sobre Nathan. Tai um cara que quer fazer seu ponto bastante claro, custe o que custar.

Alguém desativa a bomba (Rebel?). Drogado, Matt não consegue ouvir pensamentos direito, mas a pedido de Nathan ele se esforça para ouvir um especialista em desarmar bombas para que ele faça isso. No bunker, HGR tenta fazer Danko parar (o servidor ativou a bomba de novo) e no Capitólio os atiradores insistem para que o senador se afaste porque vão atirar. Nathan acaba conseguindo, para enlouquecimento de Danko – e depois nocauteia Matt.

“You’re one of us, Nathan”, grita Tracy em uma gravação, para alegria de Danko, que se vê pressionado pelo senador. Nathan vai tentar com o presidente tirar o cara do comando e ele promete um dossiê contra o Petrelli. O conselho de Bennet em meio ao fogo trocado? “Keep your head, como sua mãe faria”.

Nathan vai depois pedir que Tracy não o entregue – deram a deixa que ele estava sendo filmado, e ainda que ele não tenha dito nada explícito, fica insinuado. Depois, Danko vai interrogá-la e quer saber “tudo sobre Nathan”. “He was lousy in bed”, diz Tracy. Na hora h, ela não entrega o ex. Danko começa a desconfiar de que Nathan pode voar, porque Peter conseguiu fugir de um teto de um prédio – e HGR insinua que foi Ângela, ligando para ela depois para avisar. Ângela apóia Nathan, achando que Danko está indo longe demais, e consegue afastá-lo se mostrando informada sobre seu passado e despreocupada com suas desconfianças.

Nathan consegue a cabeça de Danko, o comando indo para Bennet. Quando os dois estão indo encontrar o presidente, para apresentar o novo plano, Danko aparece e ameaça Nathan com uma arma. Ele depois empurra Nathan da janela – para provar seu ponto – e Nathan voa, claro. “Você nunca mostrou uma pontinha de medo dessas pessoas”, diz Danko, antes de agir. Nathan some e Danko acusa de Bennet de já saber do poder de Petrelli.

A busca de Sylar (bocejo)

Quem eu sou. De onde eu venho. Essas são as questões de Sylar – procura uma religião, meu filho! O pai dele é o Lionel Luthor. Ai, gente, odeio essa coisa de daddy issues. Lá vai o cara mexer com Sylar porque vez ou outra ele fica CABEÇA FRACA. “Você quer uma luta, era isso que estava esperando?”, diz ele, que está morrendo com câncer, desnorteando Sylar. “You have the same thing… Taking people’s hability…” – vemos que os dois compartilham o mesmo poder.

Interessante como Sylar vai fazer o ético e moral diante do pai, negando que tenham algo em comum. “Você tem que matar, é o que somos”, diz o pai, que continua: “Sua vida foi sem sentido e desapontadora porque você não teve desafios” – mais mind games. Ele fica se insinuando, mexendo com a cabeça de Sylar… “Você quer saber mais ou vai me matar agora?” Numa coisa meio ritualística, eles matam um coelho juntos, bonding.

O pai admite que poucas coisas o interessam, de verdade – mas fica louco ao ver o poder de reconstituição do filho. “Peguei de uma cheerleader”, diz Sylar, meio tripudiando. “Nem todos morrem”, provoca. “Então você ainda tem muito para sofrer, né”, diz o pai, sem convicção, falando depois que a “fome” voltou. Querendo o poder da Claire, ele ataca Sylar. Os dois medem forças e Sylar se sai melhor – depois o velho fica tentando convencer o filhão a deixar ele pegar o poder na conversa.

Sylar desiste de matar o pai para deixá-lo morrer lentamente – e o velho lá pedindo para que ele não vá. (E aquela conversa da mãe de Sylar? Como é? Que seria uma das tias de Pushing Daisies). Ele disse que foi atrás de resposta e achou exatamente o que queria, sabendo o que fazer agora – e vai parar no final no escritório do Danko?? What the fuck? Vai pro jogo, Sylar! Isso sim promete!

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Autor: carol

there ain't no catcher in the rye vamo se jogar!

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